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Ode à ti – Como a vejo e como tu és
Quando amamos é fácil ver a pessoa amada com uma beleza acima do comum que nos motiva a compor poemas e canções
Por Mishael Mendes access_time 1 min. de leitura

Teus olhos, sóis a brilhar no esplendido sorrir dos verões,
Com ardor aquecem, derretendo qualquer glácido coração.
Teu sorriso, doce e suave vinho que me inebria todo o ser,
Tua pele, canela, me incendia o olfato e desperta o paladar.

A fulgurante presença que possuis evoca o melhor em mim,
Tua simplicidade e meiguice a fazem indescritível pra poesia.
Assim é você, tesouro, que ao longe se percebe precioso valor.
Miragem que perto torna-se real, feito chama exaure meu ser.

És bela como mais ninguém
Maria Lysenko/ Unsplash

Quem apenas lê pode inquirir que por hipérbole venho falar,
Mas conhecer-te mostra que discorro daquilo que se pode ver.
Riachos que vem e vão, desemborcam em torrentes de águas
Que encharcam pensamentos, sonhos, sentimentos e o corpo.


#papolivre

Aos olhos de quem ama o ser amado é perfeição pro qual faltam palavras pra descrever, números pra contabilizar e tempo pra desfrutar a companhia, uma vida inteira é pouco pra se amar. Mas será que tudo se trata de exagero ou quando amamos passamos a ver o que realmente importa, aquilo que é invisível a visão?

Independente dos atributos físicos ou estéticos há uma magnitude que só quem ama pode enxergar. Mesmo os outros vendo ou não tudo o que enxergamos o desejo de engrandecer o ser amado será sempre uma constante crescente.

Ósculos e amplexos,

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