Flamejante verdor (Dos seus olhos escapou)

Quando os olhos batem de encontro com outros, brilhando como chamas, a gente se sente atraído feito mariposa e, querendo estar mais perto, só pensa em arrumar uma desculpa qualquer, pra ter um pouco mais daquele calor.

Mas às vezes a troca de olhares é tão rápida e momentânea que mal dá tempo de deixar outra coisa, a não ser saudades.

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Palavras que trazem morte ao invés de vida

Nem sempre amar é tão fácil assim, tem vez que o sentimento acaba sendo contraditório e traz questionamentos que podem acabar por confundindo ainda mais.

Contudo, mesmo doendo, amar é bom demais e consegue desfazer até mesmo o pessimismo aparente, que se esconde através de medos e decepções que pode surgir de algo que nem chegou a ser real.

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Você está (Onde meus olhos mirar)

Chega um momento em que de tanto pensar no ser amado, a gente acaba por vê-lo nos mais diversos lugares, como se ele estivesse a espreita, esperando apenas que a gente lhe olhar pra ter mais um motivo pra sorrir.

Assim a gente vai seguindo e, enquanto cresce o sentimento mais presente ele parece se fazer no dia a dia e nos pensamentos, daí quanto mais espaço ele tem em nós, mais difícil é não quer tê-lo além de desejos, mas, bem coladinho na gente.

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Insight a cada passo (Conexões estão a brotar)

Mas o que é que nos motiva a continuar caminhando mesmo quando tudo parece não dar certo ou quando o jeito parece ter se perdido entre tantas outras coisas?

O que nos inspira a continuar caminhando mesmo quando os pés cansam e a vontade não alcança àquilo que tanto se esperou?

O segredo, na verdade, é até simples e não está assim tão longe que você não possa alcançar com o toque da mão, sem precisar, se quer, esticar braço ou dedos.

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Sedução das trevas (Quando o escuro brilhou)

Quem foi que disse que das trevas não se pode ter luz?

Entre mergulhos e imersões na escuridão de nosso próprio eu podemos ver luzes, estrelas, supernovas, brilhos e muito mais.

Esse é um convite profundo pra você avaliar um pouco de sua condição e se realmente tem valido a pena a forma que você tem conduzido sua vida: entre várias revisões rascunhadas ou a versão definitiva – independente dela ser boa ou não.

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Vida – Princípio & Redenção (Everything)

A partir de onde a gente veio até o ponto em que chegamos, quanto de nossas escolhas foram responsáveis por isso?

Mas o ponto mais importante é: fazer tudo o que a gente quer nos levou a um lugar melhor do que o começo? Conseguimos chegar ao paraíso seguindo nossas próprias vontades?

E se a resposta for não, como fazer pra retornar?

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O enigma do espelho (O que ele mostrou)

Quando você se olha no espelho o que ele realmente te mostra? Sua imagem ali refletida ou apenas sombras, imagens embaçadas e enigmas?

A imagem ali emoldurada reflete quem você é ou não consegue nem arranhar a superfície, congelando na faceta de vidro um pequeno retrato do que só os olhos podem enxergar?

Será que a miragem ali também sente dores e tristezas, alegrias e desejos ou ela reflete o mistério do que ainda estamos pra nos tornar?

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Pra sempre feliz (Ali vou estar)

Somos casa, onde várias coisas tentar entrar pra repousar ou se estabelecer, algumas chegam de mansinho, falando suavemente, outras querem invadir, tentando derrubar a porta.

Cabe apenas a nós, decidir o que pode ou não entrar ou permanecer, fazendo morada, pois ao se estabelecer lá dentro, fica mais difícil remover o que não convém. Saiba manter a porta fechada e abrir apenas Ao que te faz bem.

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Mulher, apaixonante poesia de se viver

Mais um ano se passa e com ele o calendário destaca uma data das mais apaixonantes, onde celebramos a beleza, força e singularidade da mulher, que em si mesma é plural, antônimo e verbo – tudo isso misturado e condensado num marcante ser. Aquela que transforma simples ações em algo peculiar, com sua paixão e entrega em todos os propósitos.

São elas que tornam nossos dias mais perfumados e cheio de vida, que arrancam sorrisos mesmo sem a gente querer, inspirando poesias em letras e canções.

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Nada [in]definido, numa inconstante conjunção

Você já tentou o nada definir? Se acha que fazer isso não tem nada a ver com nada, então te convido a se deliciar com esse poema que tem como brincadeira significar o insignificável e mostrar um pouco do que o nada, pode ou não ser, porque ele é quem é e também o quanto pode sofrer em sua insignificância de nada ser.

O texto é curto, é rápido e diferente, mas também não tem nada de especial nele – ou será que podia ter? Agora só lendo pra você descobrir!

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Tempo que passou, distante, já não volta mais

Quando pequenos, desejamos crescer logo, afinal, criança não pode tanta coisa e os adultos parecem estar sempre proibindo tudo – sem falar no monte de coisas legais que podem fazer e a gente não.

Mas daí a gente cresce, surge um monte de responsabilidades, compromissos e obrigações e nos pegamos lembrando como era bom ser criança, quando se podia aproveitar de verdade. Só que o tempo não volta ou avança pro ponto que a gente quer – apesar de estar passando cada vez mais rápido, rumo ao que desde o princípio se definiu.

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Cansado, ele foi curtir a liberdade (In memorian)

Por maior que seja a quantidade de palavras, elas parecem perder todo o sentido quando falamos de alguém querido, pior ainda quando tentamos expressar o quão especial ele foi em vida.

Nesses momentos em que falar ou mesmo escrever parece não ser suficiente, a melhor forma de homenagear quem já não está mais fisicamente conosco é lembrar de como a pessoa viveu feliz e de sua forma única de ver e compartilhar a vida.

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