Sol do meio-dia (No escuro brilhou)

Em meio as dificuldades pra onde você tem olhado em busca de auxílio? Será que nos altos montes é que pode encontrar aquilo que precisa ou estaria no mais alto céu? Talvez além do mar?

É preciso saber onde encontrar a luz, pois só ela pode a escuridão iluminar, apenas quando o sol começa a brilhar é que todas as trevas recuam e se escondem pra longe de nós.

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Morto (Quando no vale me encontrei)

Quanta gente acha que está viva, mas os passos e ações mostram exatamente o contrário – que o destino chegou até mesmo antes do tempo. E quando é a gente que se percebe nesse estado?

Pode até ser que você nem sinta mais o frio na pele e que o arrepio apenas aumente o torpor, daí é que se percebe ter carregado em si a própria morte.

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Castelo de sonhos nas nuvens eu vi

Você se pega sonhando, então consegue ver com tantos detalhes, uma beleza nunca vista, novos tons de cores, também sons, daí acorda e aquilo não sai da mente e enquanto o desejo de rever tudo aquilo e poder aproveitar as maravilhas dali, todo resto parecer perder a graça.

Esse poema é um convite pra te fazer sonhar profundamente, mas com algo tão real como a luz do dia, que vem brilhando, até que o dia, por fim, se torne perfeito.

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Disforme (Não sei mais quem sou)

Pior do que não saber qual escolha fazer é desconhecer a si mesmo. Se pegar perdido, tentando encontrar a própria identidade, enquanto faz coisas que nunca se imaginou fazer e ainda precisa aturar o que dizem ou acham de você.

Só que se defender é difícil quando nem você sabe quem é. Talvez isso tenha sido causado pelas escolhas que te fizeram tomar a forma errada.

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Flamejante verdor (Seu olhar me encontrou)

Você está lá de boas na vida, então revê o crush que pensava ter perdido de vista, quando se dá conta, aqueles mesmos sentimentos e vontades que surgiram da primeira vez estão te assaltando novamente. Daí o que é que você faz?

É meio difícil de controlar essa tempestade que vem tão de repente. Que tal, então, poetizar sobre isso?

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Farol (Com você, o caminho encontrei)

Guiados pelos olhos que nos chamam, a gente vai seguindo, por destino certo, a pessoa que nos atrai até que, entre conversas, o sentimento crescer.

E quando o amor chega, parece que nos encontramos um pouco mais com nós mesmos – pelo menos com a melhor parte em nós. Nisso a busca infindável por algo a mais parece ter fim nos braços de quem nos ama.

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Liberdade!? (A ilusão em que acreditei)

O que é ser livre de verdade? Será que a liberdade consiste em poder fazer tudo aquilo que a gente quer ou que nos dá prazer?

Existe algum limite pra aquilo que nos faz feliz? Aliás, será mesmo que tudo que traz felicidade é realmente bom?

E se a gente estiver errado em nossas escolhas e a busca do prazer só servir pra nos perdermos ainda mais em inúmeras possibilidades que nunca têm fim?

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Ao teu lado (O mergulho mais profundo)

Tão bem nos faz o amor, o sentimento causa profunda transformação em nós, mas e quando temos como retorno um amor que faz de tudo por nós, capaz de tomar as mais loucas decisões – despertando as mais diversas reações – tão intenso que faz a gente experimentar coisas sobrenaturais?

Um amor assim precisaria ser anunciado aos quatro ventos que, como resposta, iriam ecoar as palavras pra que todos pudessem saber. É disso que se trata esse poema.

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Sombras (Se elas pudessem falar)

Tantas coisas acontecem longe dos olhos das pessoas, muitas apenas no silêncio do pensamento, nas práticas desinteressadas, no tempo a mais de preguiça ou relaxo, quando a gente se encontra só com nós mesmos e as sombras.

Mas e se as sombras ganhassem a habilidade de falar, que teriam a dizer de suas atitudes e conceitos, sobre cada decisão tomada ou mesmo a omissão das escolhas? Seria bom ouvir os segredos ou ter de enfrentar todos os medos?

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Amor definido que se indefiniu em palavras

Mesmo com tanto conhecimento adquirido pelo ser humano, facilidade de acesso a inúmeras fontes de informação, a multidão de palavras e conceitos não bastaria pra descrever o amor e todo bem que ele causa.

Já que essa é uma tarefa arduamente trabalhosa de realizar, que tal, então, tentar fazer isso com poucas palavras?

Desafio lançado, é isso que você irá ver aqui, não de forma simplista ou sem perder a essência desse sentimento que transforma vidas. E aí, bora lá?

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Desconhecido ante a mim (Assim ele surgiu)

Você realmente se conhece? Se você se colocasse diante do espelho agora, quem será que ele mostraria, alguém que te acompanhou por todos os sonhos ou misteriosa sombra que em nada lembra quem você já foi, pior, aquilo que você jamais desejou ser?

Se os dias apenas passaram sem você se dar conta de que os estava vivendo, pode ser que a imagem refletida ali te seja tão desconhecida, quanto a ideia que você pensou ter de si mesmo.

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Desde que você se foi (Algo aqui parece faltar)

O amor tem dessas de abrir nossos olhos pra que gente ver tudo de uma maneira diferente, até os ouvidos parecem escutar melhor – os sons ficam interessantes ao ponto de fazer chorar – mas e quando o ser amado vai embora e nos deixa?

O que acontece quando a pessoa que amamos se vai e a gente se pega só? Como as coisas ficam após essa partida?

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