A Luz (Quando ela materializou)

Por causa de uma decisão ruim uma terrível consequência corrompeu tudo, enchendo todos os entendimentos de trevas e confusão. Assim cada um seguiu seu próprio caminho, optando pelas piores escolhas – que só demostraram que ninguém sabia o que estava a fazer.

Soluções surgiram, mas todas paliativas, até que, em meio a toda essa confusão, quando a esperança parecia perdida e só se via escuridão, eis que a luz, desceu do céu e salvou o dia, as vidas e toda dimensão.

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Seus olhos (Revelam tanto sobre você)

Cada olhar contém dentro de si um história diferente a ser contada. E, se alguém olhasse diretamente em seus olhos agora, o que ia neles encontrar?

A verdade é que nem sempre os lábios dizem o que se move dentro de nós, mas os olhos sempre conseguem mostrar o que está lá escondido – mesmo que muitas vezes a gente não queira dizer nem pra nós mesmos.

Só que existem olhares que parecem nos sugar pra dentro deles e descobrir que existe motivo pra fazê-los entristecer pode ser algo incompreensível e só fazer com que o desejo de cuidar e estar perto aumente consideravelmente, mas será isso é possível?

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Estações (De janeiro a janeiro vão passar)

O que você teria a dizer das manhãs de verão, em que o sol te faz pular mais cedo da cama, das tardes de outono, agradáveis com seus tons de aconchego ou da primavera, que traz amenidades, perfumes e vontades, a cada despertar?

Talvez o vilão das estações seja mesmo o inverno, mas é nele que encontramos calor e carinho no acolhimento de quem amamos.

Enfim, a cada estação, uma nova emoção e são tantas coisas que fazer isso num único poema fica difícil.

Ainda assim você está convidado pra ter boas lembranças arrancadas de si e revividas. Preparado? Então clica aí a baixo.

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Sol do meio-dia (No escuro brilhou)

Em meio as dificuldades pra onde você tem olhado em busca de auxílio? Será que nos altos montes é que pode encontrar aquilo que precisa ou estaria no mais alto céu? Talvez além do mar?

É preciso saber onde encontrar a luz, pois só ela pode a escuridão iluminar, apenas quando o sol começa a brilhar é que todas as trevas recuam e se escondem pra longe de nós.

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Morto (Quando no vale me encontrei)

Quanta gente acha que está viva, mas os passos e ações mostram exatamente o contrário – que o destino chegou até mesmo antes do tempo. E quando é a gente que se percebe nesse estado?

Pode até ser que você nem sinta mais o frio na pele e que o arrepio apenas aumente o torpor, daí é que se percebe ter carregado em si a própria morte.

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Castelo de sonhos nas nuvens eu vi

Você se pega sonhando, então consegue ver com tantos detalhes, uma beleza nunca vista, novos tons de cores, também sons, daí acorda e aquilo não sai da mente e enquanto o desejo de rever tudo aquilo e poder aproveitar as maravilhas dali, todo resto parecer perder a graça.

Esse poema é um convite pra te fazer sonhar profundamente, mas com algo tão real como a luz do dia, que vem brilhando, até que o dia, por fim, se torne perfeito.

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Disforme (Não sei mais quem sou)

Pior do que não saber qual escolha fazer é desconhecer a si mesmo. Se pegar perdido, tentando encontrar a própria identidade, enquanto faz coisas que nunca se imaginou fazer e ainda precisa aturar o que dizem ou acham de você.

Só que se defender é difícil quando nem você sabe quem é. Talvez isso tenha sido causado pelas escolhas que te fizeram tomar a forma errada.

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Flamejante verdor (Seu olhar me encontrou)

Você está lá de boas na vida, então revê o crush que pensava ter perdido de vista, quando se dá conta, aqueles mesmos sentimentos e vontades que surgiram da primeira vez estão te assaltando novamente. Daí o que é que você faz?

É meio difícil de controlar essa tempestade que vem tão de repente. Que tal, então, poetizar sobre isso?

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Farol (Com você, o caminho encontrei)

Guiados pelos olhos que nos chamam, a gente vai seguindo, por destino certo, a pessoa que nos atrai até que, entre conversas, o sentimento crescer.

E quando o amor chega, parece que nos encontramos um pouco mais com nós mesmos – pelo menos com a melhor parte em nós. Nisso a busca infindável por algo a mais parece ter fim nos braços de quem nos ama.

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Liberdade!? (A ilusão em que acreditei)

O que é ser livre de verdade? Será que a liberdade consiste em poder fazer tudo aquilo que a gente quer ou que nos dá prazer?

Existe algum limite pra aquilo que nos faz feliz? Aliás, será mesmo que tudo que traz felicidade é realmente bom?

E se a gente estiver errado em nossas escolhas e a busca do prazer só servir pra nos perdermos ainda mais em inúmeras possibilidades que nunca têm fim?

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Ao teu lado (O mergulho mais profundo)

Tão bem nos faz o amor, o sentimento causa profunda transformação em nós, mas e quando temos como retorno um amor que faz de tudo por nós, capaz de tomar as mais loucas decisões – despertando as mais diversas reações – tão intenso que faz a gente experimentar coisas sobrenaturais?

Um amor assim precisaria ser anunciado aos quatro ventos que, como resposta, iriam ecoar as palavras pra que todos pudessem saber. É disso que se trata esse poema.

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Sombras (Se elas pudessem falar)

Tantas coisas acontecem longe dos olhos das pessoas, muitas apenas no silêncio do pensamento, nas práticas desinteressadas, no tempo a mais de preguiça ou relaxo, quando a gente se encontra só com nós mesmos e as sombras.

Mas e se as sombras ganhassem a habilidade de falar, que teriam a dizer de suas atitudes e conceitos, sobre cada decisão tomada ou mesmo a omissão das escolhas? Seria bom ouvir os segredos ou ter de enfrentar todos os medos?

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