Um lugar pra conhecer a profundidade das coisas

Mulher, poesia apaixonante de ver, viver e reviver

Mulher, poesia apaixonante de ver, viver e reviver

Tempo estimado: 2 minutos

Mulher, graça que ilumina, seduz e aquece…
És poesia descabida de tanto contentamento.
Como manter o compasso do coração por ti seduzido?
És misto de desejos e intensos sonhos,
Personificas beleza e o que de mais nobre existe.

És antônimo que mistura sentimentos,
Tormenta que vem cascateando rio abaixo,
Força e delicadeza habitando o mesmo ser.
Uma palavra é capaz de lhe fazer implodir,
Mas consegues suportar o peso do mundo.

continue lendo »
Nada [in]definido, numa inconstante conjunção

Nada [in]definido, numa inconstante conjunção

Tempo estimado: 1 minuto

Não há nada tão simples como o nada,
Trazendo em si mesmo a explicação do que é,
Um vazio, sem sombra do que quer que seja,
Do qual nada mais pode ser dito.
Assim segue ele, sua vida de insignificância.

Nada é absolutamente coisa nenhuma!
E o que poderia ele ser além disso?
Somente um amontoado de coisa alguma.
Mas se o nada limita-se a sua insignificância,
Seu valor será de nada elevado a nona potência.

continue lendo »
Cansado daqui, ele foi, entre as nuvens, curtir o vento da liberdade (In memorian)

Cansado daqui, ele foi, entre as nuvens, curtir o vento da liberdade (In memorian)

Tempo estimado: 3 minutos

Por mais que a quantidade de palavras seja imensa, parecem perder o sentido quando falamos de alguém querido, pior ainda pra tentar expressar o quão especial ele foi.

Nesses momentos em que falar ou mesmo escrever parece não ser suficiente a melhor forma de homenagear quem se foi é lembrando de como ele viveu feliz e sua forma única de ver a vida.

continue lendo »
Sombra & Luz

Sombra & Luz

Tempo estimado: 3 minutos

Quantas vezes se pode errar, tentando encontrar o caminho?
Em que quantidade se apagará a lâmpada, luz da vereda?
Como seca a erva ensopada, sem corte ou escoriação?
Qual o caminho do vento e de onde soa sua voz?
Será 490 extenso número ou apenas relatividade do finito?

continue lendo »

A vida da morte

A vida da morte

Tempo estimado: 3 minutos

Quando decidi morrer
É que descobri a vida,
Algo não antes experimentado.
Livre de minha vontade
Corro sem embaraços para Ti.

Quando decidi morrer
Descobri o dia belo e aprazível,
Que cores formam aliança
Testemunhando verdade
Que não tem fim.

continue lendo »

A maldade em mim

A maldade em mim

Tempo estimado: 2 minutos

A maldade do meu coração
Se expressa em minha ações,
Escorrendo-me pelas mãos,
Pés, olhos e lábios…

De braços abertos recebi o prazer
E aninhando ali Te vi longe de mim,
Afastando-se cada vez mais
Indo pra longe, tão distante,
No ermo me perdi,

continue lendo »

Cume do Monte

Cume do Monte

Tempo estimado: 2 minutos

Pelas asas da alvorada subi
Cheguei ao cume mais alto,
Por fugir foi que aqui cheguei.
Ao redor meus olhos contemplam
Montes, montanhas e outeiros
Altos, tão longe estão,
No alto é que se vê melhor.

Do chão via apenas
Minha vontade, meu querer
Cheguei aqui e já não posso
Ocultando-me fugir,
Na luz não há sombras
Apenas verdade.

continue lendo »

Fragmentação

Fragmentação

Tempo estimado: 3 minutos

Não sou mais alguém feliz
Meu sorriso já não quer dizer alegria
Aliás, já não significa nada mais!

Não consigo confiar em ninguém,
As pessoas nunca são o que fingem ser.
Você pode pensar me conhecer,
Mas nem o mínimo o podes saber,
Na verdade vês apenas o que quero!

continue lendo »