O Fragrante – Recuperando memórias (E4)

Depois que se despediu da garota e fechou a porta, Simey teve um sensação estranha, como se já tivesse presenciado o que tinha acontecido, mas apenas ignorou a sensação e foi tirar um cochilo. No meio do sonho, acorda assustado e se lembra quem era Jennie.

Depois de recordar-se da garota de olhos grandes, faz o possível pra conseguir falar com ela novamente e se desculpar, até porque tinha achado a correntinha dela, mas toda vez que ligava ela nunca estava, até que, conseguiu falar com ela.

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Pela janela, a vida acenou pra mim

Olhando agora pra janela o que você consegue ver ali? Apenas paisagens, pessoas, animais e coisas, talvez até outras janelas – que podem também estar de olho em você.

Você já parou pra ouvir o que sua janela tem a dizer ou assistir tanto do que ela tem pra mostrar? Se ainda não fez isso, então o desafio está lançado, mas deixa pra depois que terminar de ler esse poema – acredito que ela vai ter muito o que lhe dizer.

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Ser Humano (Complexo, divergente, similar)

Do que é feito o ser humano? Em que constitui sua essência e como fazer pra ter um pouco mais de compreensão desse complexo ser ou mesmo conseguir defini-lo?

Será que raça, cor, gênero, língua, crenças, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento – qualquer outra condição ou classificação que seja – podem realmente nos distinguir ou dizer um pouco mais sobre quem somos nós?

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Sombra & Luz (Conflito sem fim)

Qual a diferença entre a luz e as sombras, onde é que se encontra o limiar entre ambas as coisas? Estaria a resposta pra vida, o universo e tudo mais entre os dois extremos?

Te convido agora pra fazer um mergulho profundo – do céu ao mar, passando pela terra e o mais além – pra gente explorar um pouco das inúmeras possibilidades e vaguear pelos mistérios que permeiam toda essa dimensão.

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O Fragrante – Coloca no silencioso (E3)

O que houve deixou Jennie tão bolada que ela nem soube como voltou pra casa, apesar disso conseguiu disfarçar a chateação, daí resolve ir procurar a melhor amiga pra poder desabafar.

O problema é que nem depois disso conseguiu esquecer Simey, a visão dele só de toalha ficava perturbando-lhe os sonhos e se assim já estava difícil deletar ele da memória, piorou depois dele começar a ligar atrás dela, mas disposta a dar atenção pro orgulho, resolve ignorá-lo total.

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O Fragrante – Localização enviada (E2)

Só podia ser muita sorte mesmo, Jennie encontrar Simey no coletivo, e agora, o que ela devia fazer?

Independente do que fosse, ela estava bem nervosa, mas disposta a dessa vez, pelo menos, pegar o contato dele, mas o que aconteceu não foi nada do que esperava.

Ela acabou ficando fissurada no boy e tentou encontrá-lo nas redes, até que um favor pra mãe lhe traz uma agradável surpresa – tanto que até perdeu a noção do que estava fazendo.

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O Fragrante – Perfume no ar (E1)

Jennie era uma garota especial que não acreditava nessas coisas de amor, mas sem que pudesse imaginar o destino começou a arranjar as coisas, assim, numa tarde qualquer, um encontro inesperado muda algo nela.

Daí pra se apaixonar e começar a sentir na pele o quanto esse sentimento complexo pode ser confuso, deixando marcas, feridas e sonhos, foi mera consequência, mas no fim valerá a pena? Segundo Fernando Pessoa vale sim, desde que a alma não seja pobre.

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A vida da morte (O que ela concedeu)

Desde pequeno a gente aprende o que fazer pra conseguir o que quer e pra isso, às vezes, são necessárias técnicas de persuasão bem criativas, assim, enquanto crescemos, continuamos em busca do que nos parece melhor, afinal, temos livre-arbítrio.

Mas e se tudo não passar de ilusão? E se negar nossos desejos e vontades for exatamente a resposta pra viver algo maior que nós mesmos, maior até que a própria vida?

Sendo isso verdade, dá pra entender qual o significado de encontrar a vida na morte.

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A maldade em mim (No deserto me vi)

Por que é que a gente sofre tantas coias ruins? Qual a causa de tanto mal pra humanidade e por que D-s não faz nada, enquanto tudo parece caminhar a passos largos pra destruição, sem direito algum a retorno ou qualquer chance de final feliz?

A gente costuma procurar no outro – ou mesmo em D-s – o motivo das coisas não estarem bem, mas quanto será – das decisões que tomamos ou daquilo que a gente resolve não agir – está sendo responsável pelo que a gente tem passado?

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